Coma peixe e não morra na praia

11 Jan

Porque o peixe é tão importante em nossa dieta?

É impossível falar em alimentação saudável sem mencionar um grande aliado de todas as dietas: o peixe.

O peixe é composto por cerca de 20% de proteína de ótima qualidade, rica em aminoácidos não essenciais, isto é, que não são produzidos pelo organismo. Apesar de possuírem gordura em sua composição, essas gorduras são do tipo que chamamos de “gorduras do bem”, ou seja, predominantemente do tipo poliinsaturado, com grande destaque para as gorduras do tipo ômega 3.

O ômega 3 é um nutriente anti-inflamatório que auxilia na redução do risco de doenças cardiovasculares, diminuição dos triglicerídeos e colesterol e que de quebra auxilia na recuperação muscular dos praticantes de atividades físicas.

Além disso, os peixes possuem vitaminas A,D e E, niacina, ácido pantatênico, sódio, magnésio, cálcio, manganês, ferro e potássio.

Com todas essas vantagens, a recomendação é que o alimento seja consumido no mínimo 3 vezes por semana. Eu particularmente como peixe quase todos os dias e me faz um bem danado! Fico mais saciada e me mantenho longe das beliscadas fora de hora. Fora que me abastece com as proteínas que tanto preciso depois dos treinos puxados na academia.

Como consumi-lo?

Qualquer alimento submetido ao calor perde algum nutriente original, mas o destaque no peixe é o teor de proteínas, gordura de boa qualidade e vitaminas lipossolúveis (A, D e E), por isso consumi-lo assado ou grelhado não causa um “prejuízo” significativo às propriedades nutritivas desse alimento.

Logicamente que as versões cruas, os chamados Sashimis, que não exigem o uso de nenhum tipo de gordura extra (olhos, molhos, manteiga, etc) são as mais indicadas para quem está de dieta ou para aqueles como eu, que contam as calorias de tudo o que consomem. Só não se esqueça de consumi-lo em locais confiáveis, pois sendo o pescado um alimento altamente perecível, os índices de contaminação são altos. Por isso, se não está tão seguro quanto ao local, dê preferência ao peixe assado, grelhado ou cozido ao invés do cru.

Cuidado!  Nem preciso dizer que fritar o peixe não é uma opção. Quem acha que comer uma isquinha de peixe na praia, com um limãozinho, está fazendo um bom negócio é melhor ficar esperto. Além de adicionar vários gramas de gordura saturada ao prato vc estará adicionando uma dose extra considerável de sódio, que te deixará com aquela sensação de inchaço terrível que ninguém quer.

Como escolher o tipo de peixe?

Peixes Magros: a carne é branca e a gordura não é aparente. Melhor tipo para as dietas hipocalóricas.

Exemplos: bacalhau, namorado, linguado, truta

Peixes Gordos: a carne desses peixes vai dos tons rosados ao marrom e a gordura está dispersa por toda a carne e pele. Ideal para quem quer incrementar o consumo de ômega 3.

Exemplos: Salmão, Atum, Sardinha

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